Carne bovina: MPF aperta o cerco

Visando apertar o cerco contra a circulação da carne ilegal nas estradas paraenses, o Ministério Público Federal, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA) e a Polícia Rodoviária Federal assinaram, na tarde de ontem, um Termo de Cooperação Técnica que prevê a maior fiscalização sobre o trânsito de bois e mercadorias de origem bovina. A partir de agora, todas as barreiras de fiscalização da PRF no Estado deverão exigir toda a documentação como notas fiscais e Guias de Trânsito Animal - GTA e mais o Cadastro Ambiental Rural (CAR), exigido por todos os frigoríficos, curtumes e pecuaristas que assinaram o acordo pela pecuária sustentável com o MPF. Caso contrário, o produto deve ser apreendido. Já o IBAMA deve ser auxiliar nas operações garantindo pessoal técnico e repassando informações sobre multas aplicadas, áreas embargadas e demais sanções ambientais aplicadas às propriedades rurais que atuam no ramo da pecuária.

Segundo Ubiratan Cazetta, Procurador da República, cada órgão atuará nas suas atribuições e potencializará a troca de informações. “Estamos apenas fazendo as atribuições diárias de cada um, que é fazer a fiscalização correta da atividade ilegal”, garantiu. Além de Cazetta, assinaram o documento a Superintendente Substituta do IBAMA, Irene Costa e o Superintendente da Polícia Rodoviária Federal, Isnard Ferreira. Pelo acordo da pecuária sustentável, o prazo para que as propriedades rurais aderissem ao CAR terminou em janeiro de 2010. Até agora, 22,5 mil fazendas estão cadastradas. Agora, com as barreiras policiais verificando a documentação, caminhão que transporta produto bovino e não apresentar o Cadastro pode ter a mercadoria apreendida ou ter que voltar para a origem.

Para Carlos Xavier, Presidente da Federação de Agricultura do Pará (Faepa), a fiscalização é bem vinda, mas não pode criminalizar o setor produtivo “Qualquer ação para combater a ilegalidade, temos que defender”, garantiu. “Mas acho que a fiscalização deveria ser estendida para outros, como quem transporta drogas e quem invade propriedades”.

Mas Cazetta diz que não é essa a intenção. “A campanha não veio para perseguir ninguém”, garante ele.

Fonte: Diário do Pará

11/06/2010


Mercado de bovinos para abate está valorizado no RS

O mercado estadual de bovinos para abate está valorizado. A oferta de animais tem sido regular, o que impediu uma grande variação nos preços. Porém, devido ao declínio do campo nativo, é esperada uma redução na oferta para os próximos períodos, com conseqüente elevação nos valores praticados. Isso se confirma no último levantamento sistematicamente realizado nas principais praças de comercialização. A vaca gorda passou de R$ 2,20 para R$ 2,24 o kg vivo, aumento de 1,82%, e o boi gordo aumentou 1,21%, passando seu preço médio de R$ 2,49 para R$ 2,52 o kg vivo. A ausência de geadas está possibilitando a manutenção do rebanho graças à boa disponibilidade de forragem na forma de volumoso. As informações são de assessoria de imprensa.

Fonte: Agrolink

11/06/2010


Preços agropecuários: maio encerra com alta de 8,66%

Boi: Menor oferta segue sustentando cotações

Campanha de vacinação contra aftosa termina nesta segunda no TO

Projeto Mapa/CNPq investe mais de R$ 100 milhões em defesa agropecuária

Projeto leva assistência técnica para produtores de leite do Nordeste

Vacinação contra aftosa está em campo

Estabelecimentos que fornecem carne para Rússia devem aumentar em 2010

Com R$ 6 milhões para leilões, começa Expoagro

Aftosa: criadores do Rio de Janeiro vacinam rebanho em maio

Embrapa deve transferir tecnologia para garantir segurança alimentar, diz Lula

© Copyright Grupo Boi Verde. Todos os Direitos Reservados.